quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O Funk e o mal que ele fez á sociedade

postado originalmente no Facebook, em 17/09/2014

São por motivos como esse, que eu odeio o Funk...
Pq ele ensina aos funkeiros que vc pode ser um BABACA, e mesmo assim se dar bem na vida...
E daí os funkeiros entendem que primeiro têm de virar BABACAS, pra depois tentar se dar bem...
O Problema é que ser um babaca consegue-se em 2 minutos, já se dar bem... BABACA desse jeito, nunca! Não pelo caminho do bem...
Galera que acha legal ostentar que tem as coisas 'di patrão' sem o mínimo esforço pra conseguir... No começo é fácil, pq papai e mamãe (BABACAS também) gastam o que não têm pra tentar agradar o filho BABACA com roupa de marca da moda... Camisa polo fechada até o último botão, acompanhada de uma corrente por cima da polo e boné de aba reta... Td isso com uma bermuda moletom ou jeans, uma meia até a metade da canela e um tênis de não menos que 600 reais, que muitas vzs é comprado no mercado paralelo, cujo nem vou comentar sobre o fato de eles sustentarem este e outros mercados...
Quando os pais não podem mais sustentar esses BABACAS, pode ter certeza que o intelecto deles não os permitirá arrumar um emprego que pague mais do que um salário mínimo...
Daí você já imagina qual lado que o MARRECO vai seguir, né?
Enfim... Parabéns àqueles que continuam divulgando essa merda como cultura... Vocês ainda não perceberam que isso é o caminho do precipício, mas eu espero que sejam os primeiros a cair...
Sinceramente,eu prefiro os regueiros maconheiros do que esse bando de BABACA desocupado, que incentivam todos os possíveis e imagináveis ramos de coisas que nem sempre são ilegais, mas convenhamos que não fazem parte do lado do bem...
Tráfico de drogas, mercadorias roubadas, pirataria, entre outros... Estes são crimes.
Mas outros milhares de exemplos não são crimes, mas são disparadamente os principais causadores desse ENORME passo pra trás que a sociedade está dando, com maus exemplos como por exemplo meninas que acham que têm de estar o mais nuas e vulgares possível pra poder chamar a atenção dos caras, e que consentem que se quiser segurar um namorado, tem que fazer tudo que ele quiser... porque senão terá outra PUTA na próxima esquina disposta a tal... aquela porra de modinha de aparelho de dente (sem comentários)... gírias, que parece ficam mais bonitas ainda quando faladas em ambientes que não as aceitam, como uma espécie de afronta, que a sociedade é obrigada a acatar, pois o contrário seria um desrespeito aos direitos e á cultura do INFELIZ... Afronta também nitidamente vista na mania desses MARGINAIS em ouvir essas porcarias em som alto em trens e onibus, mesmo com o aviso de que tal ativudade é PROIBIDA, por LEI... gravidez de meninas adolescentes, com a criação de uma criança que vai crescer ouvindo essa merda, e seguirá o exemplo da mãe (solteira, claro)... Enfim, estes e muitos outros exemplos PODRES...
Claro que existem exceções, mas são muito poucos os que tem algum valor...

Funkeiros, por favor... na boa... nem percam tempo respondendo este post... até porque tudo que poderá vir de vocês são ofensas sem fundamento nenhum, e diversos erros de português em frases como "nosa cutura"... Estou somente fazendo um desabafo...
Flávio Rosa se sentindo engraçado
Nada a declarar .... ‪#‎Brasil‬
Eu errei na edição por que
fiquei mais burro , de tanto ouvir os erros

Aqui é Liverpool, rapá!!

em 10/03/2014
http://dieguittho.blogspot.com.br/2014/03/aqui-e-liverpool-rapa.html


Postado em 


Vó (Dona Maude)

em 27/02/2013
http://dieguittho.blogspot.com.br/2013/02/saudades-distancia-doi-mas-saber-que.html





Saudades



A distancia dói, mas saber que você está bem melhor, como me disse, é confortante.
Sentir você junto de mim a cada passo, com todo aquele amor incondicional, é caloroso.
Saber que um dia nos veremos de novo, é o que me dá forças de seguir sem olhar tanto pra trás.

Te amo, vó!
mais do que ontem!
mais do que nunca!
(L)

12 anos depois... Dois campeões e uma conta (Clássico)

em 06/01/2013
http://dieguittho.blogspot.com.br/2013/01/12-anos-depois-dois-campeoes-e-uma-conta.html

Um clássico do jornalismo esportivo palestrino...




por Thiago Salata em 16.jul.2012 às 14:01h
Marcos usou a número 1 em 2000, mas é o "eterno camisa 12" do Palmeiras,
número que o faz Santo contra o rival em 1999
Dia 6 de junho de 2000. Depois de 12 gols (guarde bem esse número) nos dois jogos, Palmeiras e Corinthians vão decidir nos pênaltis uma vaga na final da Libertadores. Nove atletas convertem as cobranças. O décimo é Marcelinho Carioca, grande ídolo alvinegro. Ele toma distância e…
O tempo parece congelar. Aflito, um palmeirense fecha os olhos, começa a rezar, e tem uma visão. Alguma força do além. Talvez, os tais deuses do futebol à sua frente.
– Meu Deus, faça Marcelinho errar esse pênalti. Eu lhe peço…
– Mas isso seria alegria demais para vocês, caro mortal. Já tiraram o rival em 1999. De novo? – responde a voz do além no Morumbi.
– Por favor, por favor, por favor!
– Faremos um acordo, então. Ele não só vai perder, como Marcos vai pegar. O São Marcos! Mas…
– Qualquer coisa, eu topo!
– Tenha noção, mortal, que isso causará um enorme sofrimento nos rivais. Não sou corintiano, mas também não sou palmeirense…
– Nós aceitamos. Fale logo!!!!
– Marcos vai pegar. Mas o Palmeiras viverá anos de sofrimento intenso. Não ganhará grandes títulos nacionais… Nunca mais! No máximo, a Copa dos Campeões.
– Nunca mais? Aí complica…
– Melhor: não ganhará nada até o Timão levar a Libertadores. É pegar ou largar. Marcelinho vai chutar!
Acordo feito. Marcos, que eternizou a camisa 12 (olha o número) pegou. Então, 12 anos se passaram. Chegamos a 2012! O ex-camisa 12 se aposentou. O Palmeiras sofreu.
E o Corinthians, enfim, chegou à final da Libertadores. Romarinho, como um enviado do além, surge na véspera da decisão, contra o rival. Só por isso vai à Argentina ser decisivo. Ele nasceu no dia 12/12/1990. E o Timão é campeão. A conta foi paga.
Uma semana depois… Palmeiras é campeão da Copa do Brasil. O dia da festa verde em São Paulo? 12 de julho de 2012. No dia 12/12/12, o Santo fará sua despedida. Mesma data da estreia do Timão no Mundial. Quem será o próximo a ter uma visão???
Com exceção da visão e do diálogo relatado nesta coluna, todos fatos e datas são a mais pura realidade.
* Coluna escrita na página 2 do LANCE! desta segunda-feira (16/07/2012)
















[http://blogs.lancenet.com.br/palestra/2012/07/16/12-anos-depois-dois-campeoes-e-uma-conta/]

Kleber, um problema a menos

postado em 10/11/2011
http://dieguittho.blogspot.com.br/2011/11/kleber-um-problema-menos.html




Salve palestrinos !
(Foto: César Greco/AE)
Parece que mais uma novela se encerra pelos lados do Palestra Itália. O Grêmio já dá como certa a contratação do atacante Kléber, que deve embarcar em breve para Porto Alegre para assinar o contrato. Algumas notícias dão que os gremistas pagarão R$ 3 milhões e cederão mais um jogador de uma lista, a escolha do Palmeiras. O contrato de Kléber com o Grêmio será de 5 anos.
Nas duas passagens pelo Palestra, Kléber fez 122 jogos e 39 gols. Mais do que seus gols foram os cartões que tomou, 47 ao todo (43 amarelos e 4 vermelhos).
Algumas semelhanças entre sua passagem pelo Cruzeiro e Palmeiras. No Cruzeiro Kléber jogou do começo de 2009 a junho de 2010. Quando estava prestes a completar os 7 jogos que o impediriam de se transferir para outro clube da série A,o jogador sentiu um estiramento na coxa. Na época seu empresário negociava o jogador com o Palmeiras. O fato é que poucos dias depois, Kléber desembarcou no Palmeiras, que pagou €3 milhões (na época, aproximadamente R$7 milhões) por 5 anos de contrato.
No Brasileiro de 2010, Kléber foi o artilheiro do Palmeiras com 8 gols em 22 partidas. Mas os problemas entre ele e Felipão começaram a aparecer no começo do Paulista de 2011. Em março, Kléber usou o Twitter para “desabafar” contra Felipão mas a situação acabou contornada.
Em julho de 2011, logo após a goleada de 5×0 contra o Avaí, com 2 gols dele, o Gladiador aproveitou para rebater uma declaração de Tirone sobre um possível interesse do Flamengo. Tirone disse que o Palmeiras não tinha interesse em vender nosso jogador, que aqui ele era ídolo e na Gávea teria que brigar por uma vaga de titular. Kléber se sentiu desprestigiado e resolveu jogar no ventilador. Na época pouca gente entendeu porque o 30 resolveu fazer aquilo logo após uma partida de gala dele e do time.
Uma semana depois, Kléber fez sua 6ª partida pelo Palmeiras na derrota contra o Ceará em Fortaleza. A partir daí, o jogador reclamou de dores na coxa (opa, já vi esse filme antes!) e ficou fora das 3 partidas seguintes. Enquanto ficou afastado, começaram a aparecer notícias que o Flamengo estaria negociando o atacante com seu empresário.
Para o clássico contra o Santos, no dia 10 de julho, Kléber estava relacionado e faria finalmente sua 7ª partida pelo Palmeiras, sem perigo de transferência para o Flamengo. Treinou bem na 5ª e na 6ª mas no sábado, véspera do jogo, disse que voltou a sentir as dores na coxa (é, eu já vi esse filme antes). Foi liberado pelo DM, abandonou a concentração e saiu do CT para realizar exames por conta própria. Estava feita a lambança.
Após a vitória contra o Santos, Frizzo aproveitou para cutucar o jogador. No dia seguinte, foi a vez de Kléber contra-atacar. E bateu forte, chamando Frizzo de mau-caráter. Só que no meio da entrevista, Kléber mostrou que além das dores na coxa, a proposta do Flamengo também estava incomodando ($) o jogador.
Pra mim, ali, errou todo mundo. Kléber, como funcionário do clube, jamais poderia fazer o que fez. Não só com Frizzo, mas com a instituição Palmeiras. Felipão, seu superior direto, poderia puni-lo pelo fato de ter abandonado a concentração e ter desrespeitado todo o Departamento Médico do clube. Como precisava do jogador, mais uma vez passou a mão na cabeça de Kléber e ainda, pelos serviços prestados, deixou que ele continuasse usando a faixa de capitão. Frizzo, outro superior hierárquico do jogador, foi chamado de mau caráter, estudou uma punição e ainda viu Tirone dizer que estudaria um aumento de salário à Kléber.
Na 3ª-feira, dia 12 de julho, o Flamengo desistiu oficialmente do jogador mas o estrago já estava feito. Kléber já estava com o filme torrado com boa parte da torcida, Felipão se queimou com a outra parte que apoiava o jogador e perdeu a chance de mostrar pulso firme. E Frizzo perdeu a chance de pedir o boné. Depois disso o time desandou, o caldo entornou e a maionese azedou de vez e o final todos conhecem.
Curioso é que o jogador, depois de beijar o escudo, declarar amor eterno ao clube e dizer ter voltado ao seu verdadeiro lar, deixa pela segunda vez consecutiva um clube pela porta dos fundos. Se o Palmeiras realmente receber os R$ 3 milhões pelo atacante, dependendo do jogador cedido pelo Grêmio, terá perdido dinheiro. Na época (julho) o Flamengo teria oferecido os mesmos R$ 7 milhões que o Palmeiras pagou pelos 50% do jogador e chegou a acenar em dobrar a oferta. O Palmeiras respondeu que só levaria o jogador quem pagasse os R$ 143 milhões de multa. Pois é.
Da minha parte, deixo aqui uma singela homenagem ao nosso ex-camisa 30, na voz, deste sim inesquecível, Raulzito. Tchau Kléber.
Saudações alviverdes
PS: acabo de ler que Frizzo vai esperar pela proposta do Corinthians e o jogador cedido pelo Grêmio seria André Lima. Acaba 2011 !
PS2: Matéria das 23:15h. Kléber esteve em Porto Alegre, segundo seu empresário, para conhecer a cidade e as pessoas envolvidas. Agora ele volta à São Paulo e decide com a família (Andrés Sanches também é da família?) sobre seu futuro. Será que as chances do ex-30 vestir a camisa do rival aumentaram ?

Uma ode ao futebol: Flamengo Vence Santos num jogo espetacular na Vila (Clássico)

postado em 28/07/2011

http://dieguittho.blogspot.com.br/2011/07/uma-ode-ao-futebol-flamengo-vence.html


grande orgulho de ter assistido á esse jogo, mesmo que pela TV. Jogo que nunca será esquecido. Muito obrigado, Neymar, Ronaldinho, Felipe, Elano, Ganso, Deivid (rss)... e todos os que contribuíram.








Pára pára pára tudo...
Foi jogão demais...
Fazia tempo que não via um jogão desse - pra nao dizer que nunca tinha visto...
caralho, sensacional dimais!!



[http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2011/07/uma-ode-ao-futebol-flamengo-vence-santos-num-jogo-espetacular-na-vila.html]


Peixe abre vantagem de 3 a 0, com show de Neymar. Mas Ronaldinho, que volta a ser o gênio dos tempos de Barcelona, comanda a reação carioca

Por Adilson Barros e Julyana TravagliaSantos, SP
Difícil achar um adjetivo para qualificar o que Santos e Flamengo fizeram nesta quarta-feira à noite, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Brasileirão. Um show, um concerto, um espetáculo? É pouco. Foi, enfim, um jogo histórico, que será lembrado por muito tempo. No fim, o Flamengo, de Ronaldinho Gaúcho, que saiu perdendo por 3 a 0, acabou levando a melhor sobre o Santos, num 5 a 4 de encher os olhos, para apagar da memória dos torcedores brasileiros o burocrático futebol apresentado pela Seleção Brasileira na Copa América. O craque rubro-negro, enfim, mostrou a que veio quando retornou ao Brasil. Foi genial, como há muito tempo não era, marcando três gols, chegando a oito, artilheiro da competição. Neymar também brilhou, com dribles desconcertantes e dois gols, o primeiro antológico.
Muitos gols, uma obra-prima e o vilão
Ninguém tinha dúvidas de que seria um grande jogo, mas acabou saindo melhor, bem melhor mesmo, do que a encomenda. Craques dos dois lados, jogadas de efeito e muitos gols - um deles, de Neymar, uma obra de arte. Foram seis tentos apenas no primeiro tempo. As duas zagas sofreram muito e falharam demais também. Bom para o espetáculo, que começou com o Santos como protagonista.
Tocando fácil, de primeira, Ganso, Elano e Ibson se achavam em campo. E todos encontravam Borges. Elano, principalmente. Num lançamento primoroso, logo nos movimentos iniciais da partida, o meia largou o camisa 9 na cara de Felipe. Com extrema tranquilidade, o parceiro de Neymar deu um leve toque, o suficiente para tirar a bola do alcance do goleiro rubro-negro.
Ronaldinho Gaúcho comemora gol do Flamengo sobre o Santos (Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)Ronaldinho Gaúcho faz a festa na Vila Belmiro
(Foto: Eliaria Andrade / Ag. O Globo)
O Fla até tinha a bola e explorava bem o lado esquerdo da defesa alvinegra, com Luiz Antônio aproveitando-se dos espaços às costas de Léo. Mas o Peixe era mais incisivo. Borges ampliou, completando jogada individual de Neymar, que, deitado no chão, conseguiu acertar o passe para o companheiro.
O time rubro-negro parecia entregue. E Neymar, inspirado. A goleada estava desenhada e com um toque de gênio. Aos 26, o craque santista arrancou pelo meio, jogou para Borges, que escorou e devolveu. Num drible improvável, o camisa 11 passou por Welinton, Angelim e ficou na frente de Felipe. O toque final foi leve, por baixo do goleiro. A Vila Belmiro aplaudiu de pé.
A festa alvinegra estava armada. Cabia muito mais. Aliás, houve muito mais. Só que, agora, por parte do Flamengo. O jogo mudou de lado. O Rubro-Negro não se intimidou com a vantagem adversária e continuou indo para cima. Marcou dois gols rápidos, com Ronaldinho e Thiago Neves e pressionou o Santos, que apresentava muitas falhas defensivas. Lembrou o time de 2010, que dava sustos na mesma medida em que marcava gols.
Foi aí que apareceu o vilão da noite. Neymar, endiabrado, invadiu a área pela esquerda e caiu. O árbitro marcou pênalti de Willians. Uma marcação duvidosa. Borges pegou a bola para bater, mas Elano assumiu a bronca. Queria se redimir do vexame da Copa América, quando, na decisão por penalidades nas quartas de final, contra o Paraguai, ele mandou uma bola na estratosfera, muito acima da meta. Em momentos difíceis, abusar não costuma ser prudente. Uma cavadinha displicente. A bola, leve, tranquila, morreu nos braços de Felipe, que ainda teve tempo de 'descontar' a ousadia do santista ao fazer embaixadinhas antes de repor a bola em jogo.
A Vila caiu em vaias na cabeça de Elano, que chegou a fazer sinais para os alvinegros descontentes. Para piorar a situação do meia santista, Deivid, escorando cobrança de escanteio, empatou a partida. O Flamengo estava vivo; o Santos, adormecido. Elano, em maus lençóis.
Thiago Neves no jogo do Flamengo contra o Santos (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)Thiago Neves marca o segundo gol do Fla, de cabeça (Foto: Alexandre Vidal / FlaImagem)
Neymar + Ronaldinho = show
O segundo tempo foi tão eletrizante quanto o primeiro. O Fla foi melhor, teve mais a bola. Chegou, inclusive, a encurrralar o Peixe. O sistema defensivo santista falhava na marcação. Ronaldinho e Thiago Neves tinham muito espaço para trocar passes. Os alvinegros, mal posicionados, corriam atrás. Neymar, porém, fazia a diferença. Puxando contra-ataques, ele tirou o Peixe do sufoco logo após o início do segundo tempo, arrancando pela esquerda e dando um toque inspirado para matar Felipe.
Mas Neymar não era o único protagonista do jogaço. Ronaldinho Gaúcho mostrou que o craque pensa à frente, surpreende, improvisa. Falta na entrada da área, pelo lado direito. Rafael armou a barreira e se posicionou no lado direito. Todos esperavam a batida por cima da barreira. Esperto, o camisa 10 tocou rasteiro. A bola passou por baixo e enganou o goleiro santista. 4 a 4!
A Vila Belmiro não respirava. Privilegiadas, as quase 13 mil testemunhas do jogo do ano no Brasil não desgrudavam os olhos do gramado. Qualquer piscada e se perderia um drible de Neymar, um toque refinado de Ronaldinho.
Neymar driblava, chutava, só sofria mesmo com a marcação de Willians. O jeito era fazer a bola não chegar ao astro santista. Foi isso o que o Flamengo fez quando roubou a bola no meio de campo - num erro de Ganso. Um contra-ataque mortal, com Ronaldinho arrancando pela esquerda, invadindo a área e definindo o placar.
Uma salva de palmas para o futebol.

NATURALIZAR-SE? NATURALMENTE!

postado em 26/01/2011

http://dieguittho.blogspot.com.br/2011/01/naturalizar-se-naturalmente.html



Férenc Puskas e Deco: exemplos clássicos de naturalizados




Hoje em dia no futebol é bastante difícil aquele sentimento de amor à camisa que se veste. Tampouco o patriotismo é colocado em primeiro lugar. Na atualidade o que vale mais é o poderio financeiro ou a oportunidade de ter reconhecimento internacional. É a tal globalização.

Falo isso porque acabei de ler uma reportagem sobre um goleiro brasileiro que se naturalizou vietnamita para poder atuar pela seleção nacional. Com todo o respeito ao Vietnã, mas deve ter havido uma assombrosa compensação para que a escolha por atuar como “natural” do país asiático. Entretanto não tiro a razão desses jogadores, que no mundo do futebol atual se vêem quase que obrigados a aceitarem os convites das federações onde atuam no momento.

O caso a que me refiro é o do goleiro brasileiro Fábio dos Santos, do Dong Tam Long An, clube da primeira divisão que o arqueiro defendeu nos últimos cinco anos. No Brasil, Fábio atuou por times de pequena expressão. Assim, ele entra para a história como o primeiro estrangeiro a obter cidadania vietnamita. Por lá atuam mais de 100 jogadores de outros países, em sua maioria africanos e tailandeses, divididos nos 14 clubes da V-League.

O fenômeno das naturalizações não é coisa recente, nos anos 50 e 60 vários atletas trocaram de país, nos quais os mais famosos foram os húngaros Ladislao Kubala e Férenc Puskas (o primeiro chegou a atuar em três seleções – Hungria, Tchecoslováquia e Espanha), o argentino Di Stéfano (que também atuou por 3 seleções – Argentina, Colômbia e Espanha), o brasileiro Altafini “Mazzola”, o argentino Raimondo Orsi, o uruguaio Alcides Gigghia, entre outros. Alguns possuíam realmente descendência em outros países como Itália e Espanha, mas a maioria se juntava às suas “novas pátrias” motivados por dinheiro ou status. Entretanto os jogadores citados já haviam atuado por suas nações de origem antes de vestirem outros uniformes nacionais.

Poucos dias antes do início da Copa de 1962, realizada no Chile, a FIFA decidiu proibir as naturalizações de jogadores que já haviam atuado por uma seleção anteriormente. Essa resolução entraria em vigor a partir do Mundial de 1966, que seria realizado na Inglaterra, para evitar as intensas trocas de seleções entre uma Copa e outra, o que poderia descaracterizar totalmente uma equipe em um curto espaço de tempo. E eles tinham razão: quem é mais conhecido, o húngaro ou o espanhol Puskas? O uruguaio ou o italiano Gigghia? E assim por diante.

Em dias recentes as naturalizações têm crescido enormemente, mais especificamente no Brasil. Os casos mais conhecidos são o do moçambicano Eusébio, que brilhou por Portugal em 1966; os dos brasileiros Alexandre Guimarães, que jogou pela Costa Rica em 1990, Deco, que atuou por Portugal em 2006, Alex Santos, que participou da Copa de 2006 pelo Japão, assim como Wagner Lopes, que defendeu a seleção nipônica em 2002, Marcos Senna, naturalizado espanhol para defender a Fúria no Mundial da Alemanha, e Zinha, meia que esteve com o México também em terras germânicas; o nigeriano Emanuel Olisadebe, que entrou em campo pela seleção polonesa em 2002, o ganês Gerald Asamoah, que envergou as cores alemãs em 2006; e o argentino Mauro Camoranesi, que foi campeão do mundo com a Itália.

Há aqueles jogadores que prefiriram atuar em uma seleção de qualidade obscura, mas que disputasse algum torneio internacional, a ter que ser mais um simples coadjuvante no futebol de seu país, como são os casos dos brasileiros Aguinaldo Braga (zagueiro - Macedônia), o já citado Fábio Santos (goleiro - Vietnã), Martin Ferreira (zagueiro - Ilhas Färoe), Francileudo dos Santos (atacante - Tunísia) e Egmar Gonçalves (atacante – Cingapura). Também existem atletas que não exitaram em trocar seus países – com pouca tradição no futebol – por seleções mais renomadas, como são os casos do ganês Marcel Desailly, do neo-caledonês Christian Karembeu, do congolês Cláude Makélélé, do basco Bixente Lizarazu, do senegalês Patrick Viera (todos se naturalizaram franceses), do canadense Owen Hargreaves (Inglaterra), do bósnio Zlatan Ibrahimovic (Suécia), entre muitos outros.

Se fosse citar todos os jogadores que já trocaram de lar, certamente não haveria espaço no blog para a publicação. Com a tal da globalização ficou muito mais fácil o intercâmbio de jogadores mundo a fora, o que muito motivou à ocorrência desse fenômeno.



Foto 1: Federação Húngara de Futebol
Foto 2: Abalonpodo2.com




http://futebolhistoria.blogspot.com/2007/12/naturalizar-se-naturalmente.html

Pobre Ganso, o desvalorizado

postado em 14/01/2011
http://dieguittho.blogspot.com.br/2011/01/lol.html

Ganso é um jogador que chamou atenção pelo talento e pela forma centrada que joga futebol. Líder, calmo, não faz muita gracinha, sério fora de campo e que costumava medir palavras. Desde a Copa, ou talvez desde que endeusaram o garoto, as coisas mudaram um pouco.
Primeiro ele foi na tv dizer, durante um jogo do Brasil na Copa, que “cabia ele lá”. Coisa que agora, covocado, ele vai achar anti-ético se fizerem com ele.
O tempo passou, ele se machucou, ficou lá no Santos se tratando. Agora volta, e quando volta, pede aumento.
Aumento porque, Ganso?
Foi bem na fisioterapia?
Assinou até 2015 pensando que, se jogasse bem, mereceria aumento. Então porque assinou?
Se por acaso o Santos quisesse pagar só uns 40% do seu salário por você estar machucado… tudo bem?
Se amanhã você viver má fase e o Peixe resolver que não deve te pagar o seu salário todo, você vai topar?
Porque quer aumento por bom desempenho?
Pode pedir? Claro! É direito do empregado pedir aumento.
O que eu não entendo é ir na mídia reclamar do clube e se dizer “desvalorizado”, “chateado”, etc.
Desvalorizado pelo Santos, Ganso? O clube que inventou você e nos últimos meses ficou pagando seu salário e te dando tratamento vip enquanto você não rendia nada a ele?
Não tá ficando alto demais o salto?
“A Inter de Milão, campeã do mundo me quer”. Dane-se. Você joga com a camisa do Pelé, que é bem mais motivo de orgulho do que ter a Inter de olho em você.
Mimamos demais esses caras. Cada dia que passa tenho mais certeza disso.
Se eu fosse o Santos daria um contrato pra ele dizendo que, se jogar bem, ganha 30% a mais. Só que se jogar mal, a diretoria pode pagar 30% a menos.
Condições iguais! Será que ele topa?
Claro que não.
Ele dita as regras. Afinal, “A Inter me quer”.
Ui!
abs,
RicaPerrone








A idiotice é vital para a felicidade!

em 13/12/2010
http://dieguittho.blogspot.com.br/2010/12/idiotice-e-vital-para-felicidade.html



Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!


Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?


Diego Paes

O cristal dos pontos corridos trincou. Marmelada não combina com competitividade! Que volte o mata-mata!!!

em 23/11/2010
http://dieguittho.blogspot.com.br/2010/11/o-cristal-dos-pontos-corridos-trincou.html







Com a marmelada comprovada do ano passado (Timão x Fla em Campinas) e a suspeita de agora (SPFC x Flu em Barueri), os pontos corridos perderam a graça.
Gente, a essência do esporte é correr e jogar por competição!
É o clima de rivalidade (cordial, não confundir com briga, viu?) que precisa imperar no campo e na arquibancada.
Só por isso o mata-mata deveria voltar.
Os gols do Flu sendo comemorados por são-paulinos domingo saíram na CNN.
Até americano, que com a bola nos pés possui a mesma ginga com que samba (o dedinho pra cima, sabe?), já sacou que pontos corridos já eram.
Sem falar que Felipão, com a cabeça na Sul-Americana, desdenha do Brasileirão na sua reta final.
E até com razão, pois o que é melhor, garantir a Libertadores pela Sul-Americana ou jogar três, quatro, cinco amistosos de novembro a dezembro, hein?
O problema é ficar sem os dois, mas aí é outra história.

Enviado por: Milton Neves